Streptococcus pyogenes
Publicado por João a 11 de Março de 2008
Arquivado em Educação
Quatro notas rápidas, que a febre não me permite muito mais:
1) Este post do João Pinto e Castro é brilhante.
2) Este post do Paulo Pinto Mascarenhas é absolutamente ridículo e fala por si. Alguma direita mais tradicional ainda tem muita dificuldade em lidar com alguns assuntos.
3) A PSP estimou em 80 mil o número de manifestantes de sábado. Os sindicatos dizem que foram 100 mil. Nestas alturas, as discrepâncias são expectáveis e naturais. O que já não é muito natural é o líder do maior partido da oposição, com ambição de poder, referir, no seu discurso, o número avançado pelos sindicatos em vez do número avançado pela PSP. Será isto o anunciado desmantelamento do Estado? [Actualização: A PSP acabou por admitir a presença de 100 mil manifestantes, corrigindo as suas estimativas iniciais, segundo esta notícia da Lusa. O meu comentário deixa, obviamente, de fazer sentido.]
4) A frase de ordem dos professores é: “Assim não se pode ser Professor”. Posso estar enganado — esta febre não me permite muito mais do que isto –, mas tenho a sensação que “Professor” se escreve “professor”.
Comentários
5 Comentários ao artigo “Streptococcus pyogenes”
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bem-vindo ao clube.
põe-te bom depressa
As melhoras! bem rápido!
Catarina e Rita, obrigado.
” “Professor” se escreve “professor”” dependendo da sua localização na frase.
«Professor», com maiúscula ou com minúscula só se diferencia no âmbito de carreiras universitárias.
De um modo genérico designa apenas a profissão ou a situação de «ensinar».
Nem os Professores do Primário (1º ciclo, como agora se diz), nem os do Secundário estão obrigados a respeitar essa convenção.