NYTimes: Jan Chipchase

Can the Cellphone Help End Global Poverty? : «Chipchase is 38, a rangy native of Britain whose broad forehead and high-slung brows combine to give him the air of someone who is quick to be amazed, which in his line of work is something of an asset. For the last seven years, he has worked for the Finnish cellphone company Nokia as a “human-behavior researcher.” He’s also sometimes referred to as a “user anthropologist.” To an outsider, the job can seem decidedly oblique. His mission, broadly defined, is to peer into the lives of other people, accumulating as much knowledge as possible about human behavior so that he can feed helpful bits of information back to the company — to the squads of designers and technologists and marketing people who may never have set foot in a Vietnamese barbershop but who would appreciate it greatly if that barber someday were to buy a Nokia».

Gang ranking

Quando algo semelhante a isto acontecer em Portugal - sim, porque ao ritmo a que as coisas se passam, sei lá, meu deus, deve estar para breve - é que os jornalistas do Correio da Manhã e do 24 Horas vão salivar.

Éter

Luis Figo, ao Small Talk [obrigado, Hugo].

Hello Luis, how are you?
Fine thanks, Small Talk.

Let’s start with an easy one. What was your greatest ever performance?
Winning the Ballon d’Or in 2000.

And your best goal?
The one against England at Euro 2000.

Sorry, doesn’t ring any bells. Who was the best player you ever played with or against?
Zidane, Rivaldo or Ronaldo, I guess.

And your biggest footballing regret?
Being involved in some situations or actions which were not fair.

Intriguing. Care to elaborate?
[Question inexplicably gets lost in the ether between Small Talk and Figo]

Right, who’ll win this season’s Champions League?
Chelsea.

Intriguing. Care to elaborate?
[Question inexplicably gets lost in the ether between Small Talk and Figo]

OK Luis, what people really want to know is this: what’s your favourite song?
Be Without You by Mary J Blige.

Do you play any musical instruments?
No.

O … K … do you collect toy trains?
Erm, no. I collect watches and paintings.

Of course. What’s your poison, Luis?
Sprite.

Assuming that you also like a bit of the booze from time to time, what’s the silliest thing you’ve ever done while drunk?
I don’t recall ever being drunk.

Indeed. What would you lock in Room 101?
Tuberculosis, which kills more than 1.5 million people a year even though it can be treated.

A fine choice, Luis. By the way, one thing Small Talk’s always wanted to ask you is … who would win a fight between a lion and a tiger?
Er, the lion. He’s the king of the jungle.

What’s the strangest dream you’ve ever had?
That I was going to die.

Sad to say, that’s going to come true some day. So to lighten thigns up, how about you tell us a joke?
OK, here’s one in Portuguese: Porque é que os alentejanos vestem o pijama quando andam de mota? (Why do the good folk of Alenta [who in Portugal have a reputation for being laid back to the point of laziness] wear pyjamas when riding motorbikes?)

I don’t know, why do os alentejanos vestem o pijama quando andam de mota?
É para quando fazem as curvas se poderem deitar nelas (So that they can lie down in to corners)

Luis, that is undoubtedly the best joke Small Talk has ever been told. In Portuguese. Obrigado and goodbye.
Bye Small Talk.

O problema de Monty Hall e as escolhas dos macacos

Esta versão online de um jogo muito popular na televisão norte-americana dos anos 60 ajuda a perceber o problema de Monty Hall. A ideia é muito simples. Existem três portas que escondem um prémio valioso e duas cabras. Ao jogador, é pedido que escolha uma das três. Quando o faz, o apresentador do programa abre uma das portas e revela uma das cabras. Ao jogador é então dada a oportunidade de manter a escolha inicial ou pedir para abrir a outra porta. Que fazer?

Neste interessante artigo do New York Times, é referido como as conclusões de algumas experiências da psicologia moderna podem estar erradas, da mesma forma que a resposta ao problema de Monty Hall é contra-intuitiva.

Curtas

Ao que tudo indica, um problema técnico na Netcabo — agora ZON Multimedia — não tem permitido o acesso de alguns dos seus clientes a este e a outros blogues da rede TubarãoEsquilo. Se é um dos clientes nestas circunstâncias, ligue para o serviço de assistência técnica a dar-lhes conhecimento. (Mais aqui)

Infelizmente, não me tem sido possível actualizar o blogue com a frequência desejada e assim vai continuar até ao fim desta semana.

Partilho este fascínio do Daniel Oliveira.

Comprem um Mac!

O telejornal da RTP1 acaba de mostrar uma simulação ridícula sobre a nova travessia Chelas-Barreiro, hoje anunciada. O vídeo mostra a ponte, qual Godzilla, a avançar sobre as cidades de Lisboa e do Barreiro, nivelando terrenos nas duas margens do Tejo e ignorando construções já existentes, a maior parte prédios residenciais. Obviamente, o vídeo ilustra, mais do que tudo, as profundas debilidades informáticas de quem o produziu.

Sobre a crise financeira

Em Portugal, ninguém tem escrito sobre a crise financeira norte-americana tão bem como o João Pinto e Castro. Estes três posts são disso exemplo.

You gotta Love[1] this: dedicado ao maradona[2]

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[1] Kevin Love é um jogador-estudante de UCLA e o vídeo mostra o aquecimento para um jogo do torneio universitário de basketball que está a decorrer. Por falar novamente no assunto, desde 1979 que os cabeças-de-lista regionais não chegavam à final.

[2] Num daqueles textos que desaparecem do cyberespaço a um ritmo muito superior ao que o mesmo se expande, o maradona disse qualquer coisa como: “os americanos não percebem nada de desporto”. Em muitos anos - menos do que a idade do Universo - nunca discordei tanto deste “jogador de letra minúscula”, embora aquilo que ele entende por “perceber” possa ser diferente do que eu “entendo”. Em qualquer high-school, em qualquer universidade, todos os estudantes praticam desporto em instalações de meter inveja à academia do Grande Sporting. Desporto, não, desportos; sublinhe-se o “s”. Passe a publicidade, a PT tem um serviço estupendo de televisão/internet/telefone chamado meo com um canal dedicado ao desporto norte-americano, o NASN: The Home of North American Sports in Europe. Este canal, juntamente com (together with) a CNN em noites eleitorais, tem ajudado a absorver o choque cultural do regresso.

Anti-americanismo doméstico: dedicado a JPP e JMF

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[A federação norte-americana de baseball tem estado atenta aos vídeos que são colocados no Youtube e garantido que são retirados por “violação dos direitos de autor”. Como não tenho disponibilidade para editar este post com o último link disponível, convido o leitor mais curioso a procurar por “Bush booed” no motor de pesquisa do Youtube se o vídeo em cima tiver sido retirado.]

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